Cerca de 530 pessoas viviam em área do Jardim Clímax há três anos.
Moradores também queimaram colchões; não houve confronto.
Moradores de um terreno no Jardim Clímax, na Zona Sul de São Paulo, queimaram os barracos em protesto a uma ação de reintegração de posse na manhã desta segunda-feira (31). Eles ainda montaram uma barricada com colchões e entulho pegando fogo. A manifestação começou às 7h e acabou por volta das 9h30, quando a área foi totalmente desocupada.
Durante o protesto, a Rua Artur Primavesi, no Parque Bristol, onde fica o terreno habitado há três anos por cerca de 530 moradores, foi fechada pelo manifestantes. Algumas linhas de ônibus tiveram o trajeto desviado.
Apesar do protesto, a maioria dos moradores deixou a área de forma pacífica. Alguns levaram portas e janelas instaladas nos barracos. Cerca de 180 policiais acompanharam a reintegração de posse
Na última semana, os moradores da região fecharam a Rodovia Anchieta em protesto contra a iminente saída do terreno.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública, a juíza Lidia Regina Rodrigues Monteiro Cabrini, da 3ª Vara Cível do Foro Regional de Jabaquara, na Zona Sul, determinou a desocupação atendendo a um pedido dos donos do terreno. A área deverá receber um empreendimento imobiliário.
Manifestantes colocam fogo em barracos e em barricadas em protesto realizado durante reintegração de posse de um terreno no Jardim Clímax, Zona Sul de São Paulo. (Foto: Renato Mendes/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo)
Barracos pegam fogo no Jardim Clímax (Foto: Reprodução/TV Globo)
Reintegração de posse no Jardim Clímax, na Zona Sul; moradores queimam colchões (Foto: Reprodução/TV Globo)
O nível do mar subiu, em média, quase 8 centímetros em todo o mundo desde 1992 devido ao aquecimento global, informou nessa quarta-feira (26) a agência especial norte-americana (Nasa), alertando que a tendência deverá manter-se nos próximos anos.
Um grupo de cientistas da agência apresentou os mais recentes dados sobre o aumento do nível da água do mar em todo o mundo – que foi, em média, 7,62 centímetros superior ao de 1992 –, apesar de o panorama variar em diferentes regiões. Em alguns casos, o nível chegou a superar os 22 centímetros.
A Nasa também publicou um vídeo, com os dados obtidos pelos seus satélites, em que se verifica, por uma gradação de cores, a evolução em cada parte do mundo nos últimos 23 anos. As costas da Ásia e Oceania, no Pacífico, juntamente com o Mediterrâneo Oriental e a costa da América, foram as mais prejudicadas pela subida do nível do mar.
O aquecimento global, provocado principalmente pela atividade humana, é o principal culpado pelo aumento do nível dos oceanos e dos mares, na medida em que é responsável pelo degelo da Antártida e pela subida da temperatura da água.
"É muito provável que a situação piore no futuro”, alertou Steve Nerem, geofísico da Universidade do Colorado, durante a apresentação dos dados. Os cientistas alertaram que mesmo que sejam tomadas medidas para tentar reverter a situação, seriam necessários séculos para voltar aos níveis anteriores às alterações climáticas.
A subida do nível da água do mar põe em risco o futuro de inúmeras cidades e povoações costeiras, ameaçando fazer desaparecer uma série de ilhas e, no caso do Pacífico em especial, países inteiros.
Cantora gravou para o 'Programa da Sabrina', nesta terça-feira (25), e contou novidade aos fãs. Assessoria da Banda confirmou informação: 'Ela continuará no mesmo estilo musical'
Ao Purepeople, a assessoria de imprensa da banda confirmou a informação, acrescentando que a cantora só fica até dezembro no grupo por causa de shows e outros compromissos já agendados. "Depois das festas de fim de ano, Joelma já começa em carreira solo, no mesmo estilo musical", informou sua assessora.
Na página da banda Calypso nas redes sociais, os fãs lamentaram a saída de Joelma do grupo, após 16 anos. "Gente, vocês não podem acabar com a banda", reclamou um internauta. "Amo vocês dois, por que isso que aconteceu? Era só farsa, parecia tão real o amor de vocês", questionou uma admiradora. "Estou arrasado, loira linda", comentou outro usuário doFACEBOOK.
Antes da notícia da saída de Joelma, o perfil do grupo brega pop publicou uma foto das gravações do "Programa da Sabrina", onde apenas a apresentadora Sabrina Sato aparece sorridente. "Olha a cara da Joelma de felicidade", ironizou um fã.
Com esperanças de reatar casamento, Chimbinha negou traição e alegou desgaste na relação
Por meio de um comunicado, o guitarrista da banda fez questão de desmentir os rumores de traição. "Joelma é uma pessoa do bem, uma mulher linda, inteligente e integra, uma artista de qualidade internacional. Os nossos filhos amados são a nossa razão de viver. Estou muito triste e abalado com tudo isso. A banda Calypso é muito importante, sim, mas o fundamental em minha vida é a minha família, aliás, uma família constituída com muito amor, muita dedicação e respeito ao lado de Joelma", declarou Chimbinha.
No entanto, o artista também pediu perdão por eventuais constrangimentos e por se afastar da família por causa do trabalho. "Creio que a maneira correta que a gente tem para superar essa crise é continuarmos juntos. Não posso e não quero perder a minha família. Não quero viver longe de Joelma e nem também longe dos meus filhos, as pessoas mais importantes desse mundo para nós dois", comunicou o artista.
No entanto, outro momento do programa arrancou gargalhadas da plateia.Xuxa exibiu o vídeo de uma mulher na internet no qual ela diz que a loira não é merecedora de ir para o céu quando morrer. "Ela nasce loira, bonita, rica, famosa, pinta e borda, ganha bem e, no final das contas, ainda vai virar crente para entrar no céu? O céu dela foi aqui. No céu ninguém tá precisando de Rainha dos Baixinhos, não", diz Vânia, no vídeo.
Dando muitas risadas, Xuxa caminha até a plateia, onde Vânia está sentada e, contrariando a regra da Record de não poder falar sobre religião, questiona a convidada. "Primeiro queria te dizer que eu não sou crente, sou católica. Minha mãe que é evangélica. Mas você acha realmente que eu não vou pro céu?", perguntou ela, rindo. Vânia, então, explicou que a declaração tinha um outro contexto.
"Não tem como a gente não ser apaixonada pela Xuxa. A conversa do momento era você, mas se estivéssemos falando de qualquer outra famosa, teria falado dela. O que eu quis fazer foi uma referência as nossas injustiças sociais e aí usei sua fama, veio a calhar. Se eu não tivesse citado você, jamais iriam me escutar. Nasci na década de 60 e, nessa época, o preconceito era muito escancarado. Eu sou negra e quem é negro sabe o que passamos. Sempre batalhei, mas tem uma hora que a gente cansa de comer só o rabinho e a escama do peixe, e deixar o filé para os outros. Hoje você me deu essa oportunidade (de falar)", desabafou Vânia, que contou ainda estar trabalhando como ambulante para poder terminar a construção de sua casa.
Para a surpresa de Vânia, Xuxa chamou a produção do programa - que, de acordo com a loira, ainda tem muitos pontos a melhorar - e entregou um cheque de R$ 10 mil para ajudar a ambulante na construção da casa. "Agora me diz: vou ou não vou pro céu?", pergunta Xuxa, segurando o cheque. "Vai, vai, vai!", comemorou a convidada, dando abraços e beijos na apresentadora, que vem sendo elogiada por muitos famosos pelo seuNOVO programa na Record.
Ver políticos cara de pau que zombaram com nossas caras e vidas durante muitos anos caírem gera satisfação da puntividade, mas ainda não contenta pois a impressão que temos é que a penas é sempre muito pouca, pois um homem que zomba de uma nação merecia penas tão cruéis quanto.
Mas de qualquer maneira arrumaram uma maneira de enquadrá-lo em algum crime, pois o Deputado parecia inimputável.
O deputado federal Paulo Maluf foi condenado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo a pagar R$ 128 milhões aos cofres públicos. A punição é pelo uso, à época em que era prefeito da capital paulista (1993-1996), do símbolo de sua campanha, “administração Paulo Maluf”, como marca oficial da administração municipal.
Condenação ocorre pelo uso do símbolo de sua campanha, “administração Paulo Maluf”, como marca oficial da administração municipal
A decisão foi proferida pelo juiz Fausto José Martins Seabra, da 3ª Vara da Fazenda Pública. Maluf já havia sido condenado por improbidade administrativa nesse caso em 2006, após uma ação popular. A Justiça considerou que ele fez promoção pessoal com recursos públicos, ao adotar como símbolo da administração municipal o desenho de um trevo de quatro folhas formado por quatro corações.
Foi o mesmo símbolo que ele utilizou em sua campanha eleitoral em 1992, quando se elegeu prefeito. Todos os recursos de Maluf foram negados, e a discussão agora abordava os critérios de cálculo da indenização. A assessoria de Maluf disse que seus advogados vão recorrer da decisão a instâncias superiores.
Por meio de nota, a Prefeitura de São Paulo disse que vai adotar “as medidas necessárias para identificar bens do ex-prefeito que possam ser bloqueados para garantir o pagamento da indenização”.
Os Partidos Políticos são as carapaças desses homens que se julgam públicos, pois como tartaruga, vão caminhando lentamente e fazendo tudo o que querem. Sergio Couto Junior
Primeira parcela do 13º será paga em setembro, e a segunda, em novembro. Fazenda havia informado que apenas 25% seriam pagos em setembro.
O Palácio do Planalto anunciou na noite desta segunda-feira (24) o adiantamento integral em setembro de 50% do 13º salário dos aposentados e pensionistas que recebem do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Os outros 50% serão pagos em novembro, como acontece normalmente. O 13º engloba 28,2 milhões de benefícios.
O Ministério da Fazenda havia discutido a suspensão do adiantamento de 50% do benefício por falta de recursos em caixa. O objetivo era pagar tudo somente na folha de novembro. Embora a antecipação do benefício não fosse obrigatória, ela ocorria há nove anos. A decisão de segurar o adiantamento causou polêmica e o Executivo precisou a rever sua posição.
Na primeira parcela do 13º dos aposentados, não há desconto de Imposto de Renda (IR). De acordo com a legislação, o IR sobre o 13º só é cobrado em novembro e dezembro, quando é paga a segunda parcela da gratificação natalina.No sábado (22), o governo chegou a anunciarque os aposentados iriam receber 25% do adiantamento do 13º salário em setembro e os outros 25% em outubro, mas acabou recuando nesta segunda.
O Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da Força Sindical (Sindnapi) entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para obrigar o governo federal a antecipar a primeira parcela do 13º salário. Por lei, a primeira parcela tem de ser paga até 30 de novembro de cada ano.
Neste ano, devido ao fraco ritmo de atividade na economia, com queda da arrecadação, o governo não conseguiu realizar a antecipação da primeira parcela do 13º salário dos aposentados e pensionistas na folha de agosto, que é paga no fim deste mês e início de setembro. Com isso, rompeu uma tradição que ocorria desde 2006.
Em 2014, 27,3 milhões de benefícios foram concedidos em todo o Brasil com a antecipação da primeira parcela do 13º. No ano passado, houve uma injeção extra na economia de R$ 13,6 bilhões nos meses de agosto e setembro com esses pagamentos. Neste ano, a estimativa do Ministério da Fazenda é que o impacto seja de cerca de R$ 15,9 bilhões
Veja a íntegra da nota do Presidência da República:
Nota à Imprensa
A Presidenta Dilma Rousseff decidiu hoje que o adiantamento de 50% do 13º Salário dos Benefícios de Aposentados e Pensionistas da Previdência Social (gratificação natalina) será pago integralmente na Folha de Setembro (creditada a partir do dia 24/09). Os outros 50% da gratificação natalina serão pagos na Folha de Novembro, conforme a rotina tradicional.
Secretaria de Imprensa Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
É o 2º pedido de adiamento do governo para explicar indícios de irregularidades apontados pelo tribunal sobre suas contas; para ministro, prazo inicial já era mais do que o suficiente
O governo federal pediu ao Tribunal de Contas da União (TCU) um novo prazo para explicar a prestação de contas da presidenta Dilme Rousseff referente a 2014. O pedido foi confirmado pelo ministro Augusto Nardes, relator do processo, na tarde desta segunda-feira (24), em São Paulo.
Lula Marques/ Agência PT
A presidente Dilma Rousseff: para ministro Augusto Nardes, prazo inicial já era suficiente
“O governo está solicitando mais 15 dias. Estou sabendo disso agora, e tomarei uma decisão entre hoje e amanhã, porque foi dado um prazo bastante elástico, de 45 dias. Vou avaliar isso”, disse ele antes de fazer uma palestra na Associação Comercial de São Paulo.
É o segundo pedido do governo de adiamento para explicar indícios de irregularidades apontadas pelo tribunal sobre as contas de 2014. Nardes deve decidir se concederá novo adiamento. O prazo do primeiro adiamento vence na sexta-feira (28). A data do julgamento, segundo ele, segue indefinida.
No dia 17 de junho, o TCU concedeu ao governo 30 dias para explicar 13 pontos que apontavam a possibilidade de irregularidades na prestação de contas. No dia 22, a Advocacia-Geral da União entregou a defesa da presidenta Dilma Rousseff. Mas, em 12 de agosto, o tribunal registrou indícios de duas novas irregularidades. O governo solicitou 15 dias para responder.
Os dois pontos questionados, segundo o ministro, somariam R$ 26 bilhões em decretos editados sem autorização do Congresso de um total de R$ 104 bilhões com indicativos de irregularidades encontrados pelo TCU.
O ministro comentou matéria publicada pelo jornal "O Globo" na qual informa que o tribunal verificou que as empresas estatais são sócias em 234 empresas. “O que constatamos é que as estatais são muito autônomas, independentes, sem prestação de contas e sem solicitação de autorização do Congresso para fazer as deliberações. As estatais estão criando impactos negativos na estabilidade econômica, como aconteceu com a Petrobras”, disse ele.
Senador enumerou diversas acusações contra o procurador-geral da República; ele foi denunciado por Janot na Lava Jato
O senador Fernando Collor (PTB-AL) qualificou de arbitrariedade a decisão do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de entrar com denúncia contra ele junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) sem que antes tenha sido ouvido sobre os atos ilícitos a ele atribuídos. Collor enumerou acusações contra Janot e o acusou de abuso de poder ao ordenar operação de busca e apreensão em seu apartamento funcional em Brasília, que pertence ao Senado.
Na última quinta-feira (20), o senador foi denunciado por Janot por suposto envolvimento na escândalo da Lava-Jato. No mesmo dia foi denunciado o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. O senador disse nesta segunda-feira (24), em Plenário, que desconhece inteiramente a denúncia, porque até agora nem ele nem seus advogados puderam ter acesso aos fatos elencados pelo procurador-geral da República.
Waldemir Barreto /Agência Senado
Fernando Collor foi denunciado na última quinta-feira (20) por suposto envolvimento na Lava Jato
Collor declarou que foi chamado duas vezes para depor, mas, nas duas vezes, o depoimento foi cancelado. Também reclamou que a Procuradoria-Geral da República tenha oferecido denúncia contra ele na quinta-feira passada mesmo sabendo que seu depoimento já estava marcado.
"Por que não quiseram me ouvir? Por que não me deram a chance de explicações ainda no decorrer e nos autos das investigações? Como podem oferecer denúncia contra alguém sem ao menos ouvi-lo? Essa prática está dentro dos preceitos legais básicos do direito? Está dentro dos consagrados fundamentos da Justiça? Onde foi parar, neste caso, o direito de ampla defesa? Onde foi parar o contraditório? E a presunção de inocência?", reclamou.
"Figura tosca"
O senador lembrou que apresentou à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), com cópia para todos os senadores, informações que não constavam do processo de indicação de Janot, entre elas, denúncias contra o procurador-geral por improbidade administrativa, abuso de poder e indução, autopromoção e desperdício de dinheiro público. A CCJ sabatina Janot na próxima quarta-feira (26).
Também foram destacadas por Collor duas ações de fiscalização e controle contra Janot, que tramitam no Tribunal de Contas da União (TCU), sobre a contratação sem licitação de empresa de publicidade e o aluguel milionário de uma mansão no Lago Sul em Brasília.
"É esse tipo, sujeitinho à toa, de procurador-geral da República, que queremos entregar à sociedade brasileira? Possui ele a estabilidade emocional, a sobriedade que sempre lhe falta nas vespertinas reuniões que realiza na Procuradoria? Possui ele o perfil democrático e, mais do que isso, está ele dotado da conduta moral que se exige para um cargo como esses? Não me parece ser esse o caso."
Fellipe Sampaio/ SCO/ STF (15/10/2014)
Rodrigo Janot, procurador-geral da República, também acusou Eduardo Cunha de estar envolvido em escândalo na Operação Lava Jato
Collor ainda classificou Janot como "figura tosca" e “fascista”, se referindo aos diversos casos de abuso de autoridade atribuídos a ele no seu exercício frente ao Ministério Público Federal.
"Estamos diante de um sujeito ressacado, sem eira nem beira, que se intitula senhor do baraço e do cutelo. E que acha que tudo pode e tudo faz ao seu bel prazer, desconectando as instituições e esterilizando os poderes da República que garantem a nossa democracia. Trata-se de um fascista da pior extração."
Arbitrariedades
Fernando Collor também acusou Rodrigo Janot de arbitrariedades e abuso de poder, citando, como exemplo, o vazamento de informações sobre processo que correm em segredo de justiça e a realização de busca e apreensão em sua residência funcional, em Brasília, sem apresentar o mandato e sem comunicação prévia ao Senado. Ele considerou a ação abusiva e acusou os agentes de arrombarem e invadirem um imóvel do Senado.
Segundo Collor, que mostrou ao Plenário um vídeo com o momento da entrada da Polícia Federal em seu apartamento, policiais legislativos do Senado teriam que acompanhar a operação, mas foram impedidos de entrar no imóvel, o que, em sua visão, representa um ato grave praticado por Rodrigo Janot contra o Senado. Por isso, ele pediu à Comissão de Diretora do Senado para que o episódio seja apurado.
"Até quando vamos permitir esse estado policialesco? As imagens que aqui foram mostradas são a tradução fiel do que é hoje a política de conduta adotada sob o comando de Rodrigo Janot, em que prevalecem a arrogância, o despreparo, a prepotência, o abuso e a arbitrariedade."
O vice-presidente do Senado, Jorge Viana (PT-AC), prestou solidariedade e disse ser necessário haver uma posição sobre o episódio relativo à operação de busca e apreensão na residência funcional de Collor, que é um imóvel do Senado.